









Endoscopia Digestiva. Gastroenterologia.
Gastroenterologia
Proctologia
Cirurgia Geral
Endoscopia Digestiva Alta para 67+
Endoscopia Digestiva Alta
Retorno Livre por 90 dias após a consulta
Não atendemos Convênios
Endoscopia Sênior
Exames, consultas e procedimentos

Cirurgia Geral
O Cirurgião Geral é o profissional que trata diversas doenças no corpo humano, através de intervenções cirúrgicas programadas ou de emergência.

Endoscopia Digestiva
É um exame essencial para visualizar diretamente a mucosa do esôfago, estômago e duodeno por meio de uma microcâmera de alta definição.

Proctologia
Trata doenças do intestino grosso, reto e ânus. Entre as mais comuns estão as hemorróidas, constipação ou diarréia crônicas, infecções, inflamações e câncer colorretal.

Gastroenterologia
Tratamento clínico das doenças do aparelho digestivo, como refluxo, úlceras, gastrite, azia ou queimação, vômitos, esofagite e dor abdominal.
Às vezes, o melhor remédio não é um remédio
O alívio que você busca está na orientação correta e no plano de cuidado certo
Destaques
Grande parte dos pacientes tem essa falsa impressão sobre o exame de Endoscopia Digestiva Alta, achando que sentirá dor e mal-estar durante o exame.
Para desmistificar essa impressão, vamos esclarecer como esse exame é feito e as principais dúvidas dos pacientes.
Endoscopia Digestiva não dói. Inicialmente aplica-se um anestésico em spray na garganta, para tirar a sensibilidade e o reflexo de vômito. O exame é feito sob sedação leve, isto é, aplica-se na veia uma medicação para você relaxar (a maioria dos pacientes dorme durante o exame) e ter um efeito de amnésia curta para não se lembrar da realização do procedimento.
Se for necessário a realização de biópsias e Teste de Bactéria H. pylori, também não haverá dor. As biópsias são minúsculas e indolores.
Para que ficar sofrendo tanto tempo por medo de um exame que é rápido e não dói.
1. Sintomas Típicos (Os mais comuns)
Pirose (Azia): Uma sensação de queimação que sobe do estômago em direção ao peito, podendo chegar até a garganta. Geralmente piora após as refeições ou ao deitar.
Regurgitação: A sensação do conteúdo gástrico (alimento ou líquido ácido/amargo) voltando para a boca, sem esforço de vômito.
Dor Torácica: Uma dor no peito que, às vezes, pode ser confundida com problemas
- A inflamação da mucosa gástrica (gastrite) ou a presença da bactéria Helicobacter pylori podem causar inchaço e desconforto após as refeições.
- A intolerância à lactose ou ao glúten muitas vezes se manifesta como um "estufamento" imediato após o consumo desses componentes.
- Problemas na vesícula biliar dificultam a digestão de gorduras, gerando distensão e, às vezes, dor no lado direito do abdômen.
As causas da dor abdominal podem incluir:
- gastrites
- esofagite
- pancreatites
- gastroenterites
- úlceras pépticas
- câncer
- pedras na vesícula
- apêndices
- colite
A bactéria Helicobacter pylori ou H. pylori libera amônia para conseguir sobreviver ao ambiente ácido que é o estômago. Essa substância provoca lesões na mucosa, com isso, se manifestam processos inflamatórios, úlceras e aumenta o risco de desenvolver câncer de estômago em longo prazo.
H. pylori pode ser diagnosticada através do exame de Endoscopia Digestiva Alta, que permite visualizar todo o estômago e, se necessário, fazer biópsias, tanto para a análise anatomopatológica, quanto para o teste de urease, que determina a presença ou não desta bactéria.
Muitas vezes, depois de comer determinados alimentos ricos em carboidratos não absorvíveis como feijão, ervilha, lentilha, repolho, cebola, brócolis, couve-flor e outros, é possível sentir a barriga mais inchada e dolorida. Essa sensação costuma vir acompanhada de vontade de arrotar e também flatulência, em outras palavras, necessidade de soltar pum.
Essa situação acontece quando o organismo não consegue digerir completamente os alimentos consumidos. Sendo assim, o bolo alimentar chega mais denso ao intestino delgado e grosso. Quando as bactérias intestinais entram em contato com esse bolo digestivo, elas fermentam esses alimentos. E os gases intestinais são resultados desse processo de fermentação.
Além da flatulência, os gases presos na barriga deixam a região inchada e dolorida ou uma sensação geral de desconforto abdominal.
O sangue pode se manifestar de duas formas: o sangue vivo (que geralmente indica sangramento no final do trato digestivo) ou as fezes pretas e com odor forte (que sugerem sangue digerido vindo do estômago ou esôfago).
A constipação ou prisão de ventre é causada por fatores como estilo de vida, alimentação, medicamentos e condições de saúde que desequilibram a flora intestinal. Ela pode ser aliviada com uma mudança de hábitos, como aumentar a ingestão de água e alimentos ricos em fibras e praticar atividade física.
A diarreia pode acontecer por diferentes fatores, como infecção por bactérias, consumo de alimentos que irritam o sistema digestivo, alergias e intolerâncias a certos ingredientes e medicamentos que desequilibram a flora intestinal. É importante observar o tempo de duração da diarreia e consultar um médico para investigar a causa do problema, caso ela tenha duração maior do que três dias.
Chamamos popularmente de Colite, uma série de Doenças Inflamatórias Intestinais, como a Retocolite Ulcerativa, a Doença de Crohn a Síndrome do Intestino Irritável e outras. Essas doenças geralmente são inflamações dos intestinos delgado e grosso, que pode levar à sintomas como dor abdominal, gases, diarreia ou prisão de ventre e presença de sangue nas fezes.
O tratamento da colite é diverso, e vai depender do tipo que você tem.
Em geral, ele pode envolver medicamentos, suplementos alimentares, probióticos e mudanças no estilo de vida.
As hemorroidas são veias inchadas e inflamadas na região anal e podem causar vários sintomas, que incluem:
- Coceira ou irritação ao redor do ânus.
- Dor ou desconforto na região anal.
- Sangramento durante as evacuações (sangue vermelho vivo no papel higiênico ou nas fezes).
- Sensação de inchaço ou pressão na região anal.
- Protuberâncias na região anal, que podem ser sensíveis ao toque.
- Sensação de urgência para evacuar.
O tratamento das hemorroidas geralmente envolve mudanças na dieta e nos hábitos, além de medicamentos para aliviar os sintomas. A cirurgia é indicada em casos mais graves.
São cirurgias geralmente realizadas com anestesia local e o paciente volta para casa no mesmo dia do procedimento, ou seja, podem ser realizados sem necessidade de internação e não requerem um pós-operatório intensivo e de longa duração. Vários procedimentos podem ser executados desta maneira, no consultório ou clínica, como por exemplo:
- Retirada de Unha Encravada
- Cistos
- Lipomas
- Pequenos Tumores de Pele
- Pelos Encravados